Série ao Fundo

Do outside para o inside da sua casa

John John assusta mais que tubarão em Margaret River

Impressionante. Não há outra palavra pra descrever o surfe apresentado por John John Florence em Margaret River.

Nos dias de ondas grandes, o havaiano estava evidentemente uma patamar acima dos demais atletas. Ao longo de todo o evento fez manobras mais amplas, curvas mais potentes, linhas inusitadas. Foram quatro baterias com somatório acima dos 19 pontos, tantas "kombis" distribuídas que dava para abrir uma concessionária. Vimos um John John avassalador, destruidor. E ficou a sensação de que, se continuar assim, será difícil para qualquer surfista do circuito ameaçar o bicampeonato do havaiano.

Além de tentar explicar a disparidade do surfe apresentado por John, o Série ao Fundo destaca o desempenhos dos melhores brasileiros da etapa, Filipe Toledo e Adriano de Souza.

Tem também a apuração do nosso ranking de apostas e, é claro, as expectativas para a etapa de Bells, que já começa nesta semana.

Ítalo fora, Jessé dentro; Apostas para Margaret River 2017

A abertura na Gold Coast já deixou evidente que esta temporada tem tudo para ser inesquecível!

O Tour desembarca agora no oeste australiano, onde será realizada a etapa de Margaret River. Ali, os prédios e a multidão da Gold Coast dão espaço a um exuberante cenário natural, que apesar de bastante explorado pelo turismo, conserva-se intacto, com um ar de selvagem. A região é conhecida pelos bons vinhos e, é claro, pelas ondas!

Main Break é uma onda performática, que pode quebrar perfeita para os dois lados. Mas alguns dos surfistas da elite sempre rezam para que a temida The Box funcione durante o evento. Drop rápido, ou vai ou racha. Uma verdadeira bomba quadrada que pode render um tubaço profundo ou a vaca da vida.

Em 2015, algumas das baterias foram realizadas em The Box. Foi nesse ano, inclusive, que Adriano de Souza faturou a etapa e ganhou confiança para buscar o título mundial.

No ano passado, a comemoração em Margaret foi havaiana, com a vitória de Sebastian Zietz. E neste ano, hein? Assista à análise de Renan Rocha e Edinho Leite e faça suas apostas!

Não esqueça que Italo Ferreira, lesionado, infelizmente não correrá essa etapa. A boa notícia para o Brasil é que Jessé Mendes, líder do QS, está confirmado no evento.

Me engravida Owen Wright!

Um retorno emocionante! Depois de meses sem surfar e mais de um ano sem vestir a lycra de competição, Owen Wright fez história na Gold Coast.

Com um backside afiado e uma linha que combinou fluidez e surfe power, o australiano superou seus medos e superou gigantes para chegar às baterias finais em Snapper Rocks. Deixou Gabriel Medina pelo caminho antes de encontrar o melhor amigo Matt Wilkinson na grande decisão. 

Wilko, aliás, mais uma vez foi destaque surfando de back. Base/lip em todas as ondas, linkando as manobras, chutando a rabeta. O estilo do australiano ainda tem seus críticos, mas já não parece sensato questionar a presença de Wilkinson na briga lá no topo do ranking. 

Gabriel Medina e John John Florence, que puxam a fila da nova geração, fizeram uma terceira colocação que será mantida ao final do ano. Os dois foram os surfistas que mais andaram ao longo de todo o evento, fazendo grandes somatórias e passando baterias com uma tranquilidade estóica. O brasileiro deu um susto quando sentiu o joelho depois de um aereo ainda no início da competição, mas mostrou-se plenamente recuperado nas baterias seguintes.

O evento na Gold Coast marcou um espécie de "Revolução dos Goofies", já que 3 dos 4 finalistas surfavam de backside nas direitas de Snapper, uma onda conhecida por favorecer os regulares e onde só 3 Goofies haviam vencido em toda a história. Owen Wright foi o quarto campeão goofy do evento, sendo o terceiro consecutivo (Medina 2015; Wilko 2016).

Ainda no Série ao Fundo, Renan Rocha e Edinho Leite apuram as apostas da etapa. Quem levou a melhor? 

E qual foi a manobra do evento? O full rotation gigantesco do Ítalo? O reverse capotado de Wilko? Assista e vote!

Vai começar! Apostas para a Gold Coast 2017

A espera finalmente acabou! Os melhores surfistas do mundo já estão em Gold Coast para o início do CT 2017, que acontece a partir do dia 14 de março. 

"Snapper Rocks é uma maravilha da natureza misturada com a mão humana, que colocou aquela areia miraculosa ali e fez daquela uma das melhores ondas do planeta". É assim que Tiago Brant define o palco da primeira etapa do Circuito Mundial, referindo-se à dragagem de areia do fundo de um rio na região que ajudou a criar o famoso Superbanks. 

Nas direitas extensas e performáticas, alguns atletas costumam se destacar. Mick Fanning conhece o pico como poucos e, com a cabeça novamente voltada para as competições, deve ser um forte concorrente ao título.

Aliás, os surfistas regulares costumam ter vantagem em Snapper. Por isso, olho em Adriano de Souza, Kelly Slater, Stuart Kennedy, Jordy Smith e, é claro, Filipe Toledo.

Filipinho venceu em 2015 e no ano passado parecia imbatível, mas foi parado por uma lesão. Outro que já venceu por ali foi Gabriel Medina, em 2014, quebrando a escrita e provando que os goofies também podem começar o ano com uma vitória.

Medina x John John: quem vai ser bicampeão primeiro?

Em 2017, a rivalidade da década tem tudo para ficar ainda mais acirrada. Gabriel Medina ou John John Florence? Quem vai ser bicampeão primeiro?

Enquanto os príncipes da nova geração duelam pelo segundo caneco, o rei Kelly Slater segue em busca do décimo segundo. Ao término da temporada passada, o careca se manifestou publicamente dizendo que ficou muito inspirado pelo título de Florence e pelo desempenho dos jovens surfistas do Tour. Aos 45 anos de idade, o maior campeão da história prometeu se reorganizar mentalmente e trabalhar duro fisicamente para tentar acompanhar a molecada em uma última tentativa de vencer mais um título mundial.

Outro campeoníssimo curtiu um ano sabático pra lá de recompensador, descobrindo ondas perfeitas e surfando nos mais belos cenários desse planeta. Estamos falando de Mick Fanning, é claro. Como estará o foco do australiano tricampeão para o surfe competitivo?

Quem está sempre preparado para uma bateria é Adriano de Souza. Depois da ressaca do título, Mineiro vem treinando com sua obstinação característica para esta nova temporada.

Já o campeão mundial de 2012 parece estar ficando para trás. Joel Parkinson ainda enche os olhos quando falamos de estilo, mas o surfista australiano está claramente defasado no quesito manobras aéreas. Será que Parko ainda tem condições de brigar lá em cima?

CT 2017: Rookies podem apavorar!

Falta pouco! Em março os melhores surfistas do planeta entrarão novamente em ação para mais uma temporada eletrizante na elite do Circuito Mundial. E o Série ao Fundo já está em contagem regressiva!

No primeiro episódio da nova temporada, Edinho Leite e Tiago Brant analisam as novas caras do circuito, os famosos Rookies. E o grupo de estreantes deste ano promete abalar o Tour, já que está recheado por muitos talentos.

Destaque para Ethan Ewing, atual Campeão Mundial Pro Junior. O australiano de apenas 17 anos impressionou a todos em 2016 ao faturar etapas prime e mostrar muita técnica tanto em ondas pequenas quanto nas bombas da Tríplice Coroa Havaiana.

E o circuito fica ainda mais internacional com a chegada de um trio europeu, composto por Joan Duru (França), Frederico Morais (Portugal) e Leonardo Fioravanti (Itália). Leo, aliás, é o primeiro italiano da história a fazer parte da elite do surfe mundial.

Já a tempestade brasileira ganha mais um integrante de respeito: Ian Gouveia, filho do brasileiro que desbravou o circuito mundial no final da década de 80, Fabio Gouveia.

Como de costume, a largada será na Gold Coast, mais precisamente nas direitas emparedadas de Snapper Rocks, a partir do dia 14 de Março. E todas as informações sobre a volta do CT você confere no Série ao Fundo. Rema!

Piores Vacas 2016

Já relembramos os melhores tubos e aéreos da última temporada. Agora é hora de destacar momentos um pouco menos gloriosos dos nossos surfistas. O novo episódio do Série ao Fundo traz as melhores (ou piores) vacas de 2016!

Nossa lista passa por alguns dos picos preferidos dos destemidos big riders: Jaws, Waimea, Nazaré, Mavericks, etc. É cada capote de tirar o fôlego, literalmente.

Tem o lendário Garret McNamara surfando de peito numa bomba em Mavericks. Outro membro da tradicional família havaiana, Makai, despencou direto do lip para a bancada de Pipe, de cabeça pra baixo!

Pedro Calado é o representante brasileiro nesta edição, com uma vaca de respeito em Jaws.

E é claro que a bizarra onda de Shipstern Bluff (aquela em que surgem ondas dentro da onda) não ficaria de fora da lista. O coitado da vez na Tasmânia foi Danny Griffiths.

Tem ainda a invenção de uma nova modalidade: a vaca sincronizada! Não conhece? Então veja o Série ao Fundo!

Melhores Tubos do WCT 2016

Mais um Série ao Fundo chegando pra relembrar a temporada passada, desta vez com os melhores tubos de 2016. 

Nesta nossa seleta lista entraram apenas canudos surfados em baterias do CT e que renderam nota 10 aos surfistas. Então se liga, porque o momento máximo do surfe está muito bem representado por Slater, Medina, Smith, Wilson, Toledo, Florence e cia.

Quando o assunto é tubo, Kelly Slater ainda é o rei. Em 2016, só no Taiti - onde faturou a etapa - fez quatro notas 10 ao longo do evento. Isso mesmo, quatro! Duas delas na mesma bateria.

Mas se Kelly é rei, Medina já pode ser considerado príncipe. O brasileiro mais uma vez mostrou domínio total nas bombas de Teahupoo e Fiji, e dessa vez ficando com o título em Tavarua.

Já o Pipe Masters não rolou com aquelas ondas clássicas que gostamos de ver, mas mesmo assim Filipe Toledo achou um tubaço para Backdoor. E em Portugal, Jordy Smith dropou no ar e fez mágica ao reaparecer quando já parecia ter sido engolido pelo canudo pesado.

Mas e o campeão mundial John John Florence, considerado um dos melhores tuberiders da atualidade? Assista ao Série ao Fundo e reveja alguns tubaços do havaiano.

Melhores aéreos do CT 2016

Não há dúvidas de que o Circuito Mundial se transformou com a chegada de toda uma nova geração de surfistas nos últimos anos. Nos pés desses jovens talentos, os aéreos vêm se tornando cada vez mais comuns no surfe competitivo e hoje qualquer atleta da elite tem que ter a manobra dominada em seu arsenal.

Mas a cada temporada somos surpreendidos com a assombrosa evolução desses voos. Rotações completas, grabs inusitados, inversões no eixo. Nomes como Gabriel Medina, Filipe Toledo e John John Florence levam os aéreos a novos patamares, sobrevoando seções inteiras e subindo metros acima do lip.

Nessa edição do Série ao Fundo, fizemos uma seleção dos melhores aéreos do WCT 2016. Além dos nomes já citados, tem Ítalo Ferreira, Kolohe Andino e ele, Kelly Slater, o homem que dobrou gerações e que ainda acompanha a molecada com seus voos.

Confira a lista de Tiago Brant, Edinho Leite e Renan Rocha. Ah, e não esqueça de votar no seu aéreo favorito!

O pior PipeMasters dos últimos anos

O último Série ao Fundo ano chega trazendo todos os destaques do Pipe Masters, etapa que encerrou o circuito mundial 2016 e coroou Michel Bourez nas direitas de Backdoor.

Se o ano começou atípico com as vitórias de Matt Wilkinson, o fim da temporada não foi menos estranho, com uma final inesperada entre o taitiano e o nipo-americano Kanoa Igarashi. Apesar de fazer sua estreia na etapa mais badalada do tour, Kanoa não se deixou intimidar e derrubou gigantes -como Kelly Slater- pelo caminho.

Já Bourez, que voltou ao lugar mais alto do pódio depois de 2 anos, mostrou mais uma vez todo o seu talento como tube rider ao derrotar surfistas do quilate do atual campeão mundial John John Florence.

Aliás, mesmo já tendo o caneco de 2016 assegurado, John John fazia uma cruzada pessoal para faturar outras importantes honrarias que ainda estavam em disputa. Pela terceira vez, garantiu a tríplice coroa havaiana, mas viu o Pipe Masters escapar depois de errar dentro de um tubo que lhe garantiria a virada nas quartas-de-final.

Também parou nas quartas o melhor brasileiro do evento: Filipe Toledo. O ubatubense contradisse seus críticos e provou que tem conhecimento das ondas tubulares ao conseguir a única nota 10 da etapa.  

Além de tudo o que rolou no Havaí, o Série ao Fundo também premia o internauta que fez mais pontos nas apostas para Pipe. O felizardo vai receber uma prancha WetWorks novinha, feita pelo shaper Joca Secco.

Ganhe uma prancha Joca Secco de natal! (concurso encerrado)

Série ao Fundo foi a The Board Trader Show e descolou uma prancha pra você!

A reunião dos melhores shapers do Brasil em um verdadeiro parque de diversões para quem é fissurado em pranchas e equipamentos. Ah, o Série ao Fundo definitivamente não poderia ficar de fora da The Board Trader Show! 

Ao longo dos três dias, Tiago Brant e Edinho Leite rodaram por vários estandes da feira para conhecer as novidades do mercado, ouvir dos shapers quais são as próximas inovações e quais equipamentos do passado estão ganhando releituras interessantes. 

E no meio dessa experiência única, o Série ao Fundo descolou uma prancha Wetworks novinha pra você! Nosso querido Joca Secco (shaper do Renan Rocha, Bruninho Santos e Gabriel Pastori) preparou uma 5'11' irada especialmente para os fãs do programa. "Essa é uma réplica da prancha desenvolvida especialmente para o Bruno Santos surfar no Taiti", conta Joca. 

Com cinco copinhos, a prancha dá ao surfista a possibilidade de variar na escolha do número de quilhas. Gabriel Pastori, atleta Wetworks, diz que nos útlimos anos tem usado muito as "quads" para ondas tubulares na Indonésia e até em Pipeline, no Havaí. 
 

Aliás, é por conta de Pipeline que essa pranchinha pode ser sua. Para concorrer, basta apostar quem serão os 4 primeiros colocados na etapa que encerra o circuito mundial de surf. Coloque sua aposta nos comentários desse vídeo --> https://www.youtube.com/watch?v=QxNAPOUjYLA

Como surfar Pipeline?

A onda mais mortal do planeta é também a mais cobiçada por aqueles que só encontram o sentido da vida dentro de um bom tubo. Em Pipeline, eles não faltam.

Que surfista não tem gravado na cabeça as imagens dos maiores da história colocando pra dentro daqueles canudos cabulosos? Quem nunca se imaginou dropando Pipe no lugar de Gerry Lopes, Jamie Obrien ou Kelly Slater? Mas o pico que invariavelmente encontra-se superlotado, na verdade, é para poucos.

Uma bancada de coral rasa, irregular, com pequenas cavernas e muito perigo. O localismo que ganhou ares folclóricos ao longo das décadas e que não dá tranquilidade nem aos haoles que pertencem à elite do surf mundial...como encarar tudo isso e sair do North Shore com um sorriso de orelha a orelha?

Pois este é o tema do bate-papo descontraído entre Renan Rocha e Edinho Leite no Série ao Fundo, que ganha a versão especial “Por dentro do Pico”. Nossos comentaristas destrincham a onda mais famosa do mundo, explicando sobre a ondulação ideal, as características da bancada e os segredos para conseguir treinar e angariar o respeito dos locais. Renan Rocha dá mais um testemunho que só quem já fez bonito por lá poderia dar, mas também relembra uma bateria em que foi escovado por Kelly Slater e Bruce Irons.

Quer saber como surfar Pipeline? Então rema forte, porque tem Série ao Fundo e é concorrida!

O que é, o que é? Usa peruca e já tirou 10 em Pipeline

“O maior espetáculo da Terra”. É assim que Edinho Leite define o Pipe Masters, etapa que tradicionalmente encerra do circuito mundial e que tem o hábito de imortalizar grandes surfistas.

Para nossos comentaristas, mesmo com o título da WSL já definido, o evento não perderá o brilho e nem será menos disputado. Afinal de contas, surfar em Pipe com mais um ou dois caras na água é uma dádiva que poucos tem o prazer de desfrutar.

Nosso comentarista Renan Rocha já desfrutou. Em 2000, foi semifinalista e tirou a primeira nota 10 de um brasileiro em Pipeline. Questionado sobre os favoritos para este ano, não teve dúvidas em apontar o careca mais vencedor da história.

Por ali, Kelly Slater é sempre um favorito, venceu simplesmente 7 vezes. John John está literalmente em casa. E Adriano de Souza é o primeiro brasileiro a pisar no Hawaii com o status de Pipe Master.

Já Gabriel Medina chega mordido. Entubando como se tivesse nascido ali, foi vice-campeão da etapa nas duas últimas temporadas. E depois de ver seu rival havaiano levantar o caneco em um ano de resultados polêmicos, Medina tem como último alento buscar o troféu que não pode faltar na prateleira de um exímio tube rider como ele.

Pipe é também o clímax da tríplice coroa havaiana, que além de muitos pontos e pomposa premiação, concede muita moral e status a quem nela se destaca. Dominar as ondas da faixa litorânea mais cobiçada do planeta tem uma forte importância simbólica no mundo do surf.

Mas já? Medina desliza e John John é campeão mundial em Portugal

Finalmente o havaiano prodígio levantou o caneco! John John Florence venceu a etapa de Portugal em Supertubos e faturou antecipadamente o título de campeão mundial pela primeira vez. 

Neste programa, Renan Rocha e Edinho Leite receberam um convidado especial, o companheiro de transmissões Flávio Boca. Enquanto isso, o terceiro integrante do time Série ao Fundo, Tiago Brant, foi enviado para o Havaí e trouxe notícias quentinhas sobre a repercussão da vitória de JJF nas ilhas havaianas.

Você também vai lembrar a trajetória de Florence ao longo do ano, que começou nas bombas de Waimea com a vitória do Eddie Aikau, passou pela conquista no Rio em condições adversas, as polêmicas no Taiti e em Trestles e a consagração nos tubos portugueses. 

Além disso, nossos comentaristas trazem outros destaques da etapa de Peniche, que teve Conner Coffin e Miguel Pupo conseguindo importantes resultados para continuarem sonhando com a permanência na elite e Jordy Smith saindo de um tubão nota 10! 

Brasil x Havaí: a briga afunila em Portugal, oh pá!

Não há mais dúvidas sobre a briga pelo título: Gabriel Medina e John John Florence vão disputar até o final, no Havaí. Mas os dois podem esperar dificuldades na penúltima etapa do ano. Nas imprevisíveis ondas de Peniche, são grandes as chances de uma surpresa se meter no meio da briga particular entre o brasileiro e o havaiano.

Nosso trio saí um pouco da competição e faz uma viagem por Portugal, contando tudo sobre as riquezas, o povo, a comida, as atrações e claro, os diversos picos sensacionais de surf do país.

Nas apostas, todos vão no arroz com feijão de Medina e John John, mas Edinhoousapara tentar ganhar sozinho e Tiago lembra de um grande concorrente que anda um pouco sumido.

Então reme que tem Série ao Fundo, ora pois.

Como Asing? Gabriel Medina é vice na França

E não é que a imprevisível etapa da França decidiu o título mundial? Só que ainda não foi no masculino, não. Tyler Wright fez bonito mais uma vez, chegou à sua sexta final na temporada e garantiu o cobiçado troféu da WSL com uma etapa de antecipação. Emocionada, a australiana dedicou a conquista a seu irmão, Owen Wright, que no ano passado sofreu uma concussão em Pipe e desde então não voltou ao circuito.
 
Entre os homens, tinha uma zebra no meio do caminho. Keanu Asing fez seu melhor resultado na elite ao vencer sua primeira etapa desde que era Junior. E olha que o havaiano teve um percurso pra lá de complicado! Teve que derrotar dois dos melhores surfistas da atualidade: o conterrâneo John John Florence na semi e Gabriel Medina na grande final!
 
Aliás, Medina foi bem ao longo de todo o evento, mas não se encontrou na decisão. Mesmo assim continua firme na briga pelo bicampeonato mundial, uma disputa cada vez mais bipolarizada entre ele e o prodígio havaiano. Quem será que leva a melhor?
 
Estes e outros destaques como o full rotation estratosférico de Filipinho você vê nesta edição do Série ao Fundo, com os comentários de Tiago Brant, Renan Rocha e Edinho Leite.

Medina x John John: quem leva a melhor na França?

O Série ao Fundo desta semana desembarca em uma região que conta com alguns dos melhores beach breaks do mundo: Hossegor.

É na comuna francesa que será realizada a antepenúltima etapa do circuito de elite da WSL, que está pegando fogo com pelo menos cinco atletas perseguindo o título. Renan Rocha, Edinho Leite e Tiago Brant analisam o Tour e fazem suas apostas.

Apesar das polêmicas envolvendo arbitragem e julgamento, John John Florence é o líder do circuito e tem todas as armas para se dar bem na França. Seja num mar pesado e tubular ou de extensas paredes manobráveis, o havaiano fará de tudo para não perder a lycra amarela.

Mas um de seus perseguidores, apesar de brasileiro, é considerado príncipe da França. Gabriel Medina domina aquela onda como poucos. Quando ainda era grommet, impressionou o mundo do surfe fazendo duas notas 10 na mesma bateria por ali. Na elite, já faturou a etapa duas vezes e é o atual campeão. Não há dúvidas de que Gabriel tem tudo para sair da perna europeia com grandes chances de conquistar o bi.

E se Medina é o príncipe, apenas um poderia ser rei. Kelly Slater, é claro! Kelly é o quinto colocado do ranking, está 12.000 pontos atrás do líder. Mas, deixa o careca ganhar a etapa pra ver o que acontece...

Pode começar a remar, porque tem Série ao Fundo! E haja braço se o mar subir em Hossegor...

Gabriel Medina roubado em Trestles?

Foi a etapa mais polêmica dos últimos tempos. Vários surfistas da elite meteram a boca no trombone contra as notas e julgamentos de algumas baterias. Gabriel Medina, Julian Wilson, Jeremy Flores, Slater, todos eles entraram na discussão sobre possíveis erros dos juízes da WSL nas redes sociais, que foram completamente tomadas por manifestações de indignação. 

A eliminação controversa de Medina para Tanner Gudauskas é tema do novo Série ao Fundo, que chega com as opiniões e considerações de Renan Rocha e Edinho Leite. A intenção não é fomentar um movimento de raiva, nem tumultuar ainda mais o debate com posicionamentos extremos e passionais. Nossos comentaristas tentam entender como funcionou o critério de julgamento, quais podem ter sido as falhas e questionam como alinhar a expectativa de atletas e juízes sobre o que define uma onda "bem surfada".

Também analisamos o surfe potente do sul-africano Jordy Smith, que nas direitas de Trestles inverteu bico e rabeta com uma fluidez impressionante, faturando o bicampeonato na Califórnia e chegando à quarta posição no ranking geral.

Destaque também para o veterano australiano Joel Parkinson e seu frontside estiloso, que o fez voltar a uma final depois de tanto tempo. Entre os brazucas, Renan e Edinho enaltecem as performances de Alex Ribeiro e Filipe Toledo. Filipinho dominou todo o evento, mas acabou eliminado na semifinal justamente pelo campeão Jordy Smith. 

Filipe Toledo é imbatível em Trestles?

Mais um Série ao Fundo chegando, desta vez na expectativa para a próxima etapa, que vai rolar nas ondas de Lower Trestles.

No clima inigualável da Califórnia, a disputa pela lycra amarela vai ficando ainda mais acirrada. O pico de San Clemente é considerado o verdadeiro playground do tour. Ondas perfeitas para performance, manobras de borda e aéreos. 

Agora local, Filipe Toledo é um dos grandes favoritos pra levar essa, mas John John Florence e Gabriel Medina acirram a rivalidade pela lycra amarela. Wilko também continua na disputa pelo título e se aparecer entre os primeiros já não será surpresa, pelo que vem fazendo na temporada. E pra quem estava com saudade, Mick Fanning dá uma folga no ano de folga para defender o título da etapa com suas linhas estilosas.

Renan Rocha e Edinho Leite ainda explicam como chegar no pico e contam curiosidades sobre o parque estadual de San Onofre, onde fica Trestles. Série ao Fundo também é cultura!

Sai zica! Kelly Slater reina em Teahupoo

Mais um Série ao Fundo chegando, desta vez cuspido pela baforada dos tubos alucinantes de Teahupoo.

E neles Kelly Slater reencontrou a vitória! Depois de dois anos e meio sem faturar uma etapa sequer na elite, o maior campeão de todos os tempos desbancou John John Florence na final. Foram quatro notas 10 anotadas pelo careca ao longo do evento, um verdadeiro show de surfe daquele que domina essa onda como poucos.

Também teve a super bateria entre Gabriel Medina e John John na semifinal. Muitos high scores e uma high polêmica: o havaiano merecia a virada? Nossos comentaristas dão sua opinião.

E o siri salsicha enfim perdeu a lycra amarela! Líder desde a primeira etapa, Matt Wilkinson foi ultrapassado por John John.

Quem não está nem aí para a pontuação do ranking, mas adorou competir no Taiti, foi Bruno Santos. Bruninho venceu os trials, pegou altos tubos e foi longe na etapa.