Série ao Fundo

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Surf pesado, tubarão e a face selvagem de Margaret River

Vai começar a terceira e última etapa da perna australiana do CT! E o novo episódio do Série ao Fundo analisa quais surfistas podem se dar bem nas ondas oceânicas de Margaret River. 

O local no Oeste da Austrália é conhecido por seu lado selvagem e por oferecer altos picos de surfe, alguns deles infestados de tubarões.

O pico principal do evento é o Main Break, direitas e esquerdas que possibilitam uma grande variação de manobras, mas principalmente o jogo de borda. 

Outro pico é North Point, com suas direitas lendárias e tubulares que só funcionam com um swell grande na região. No ano passado, o Round 1 foi disputado por ali e vimos Sebastien Zietz pegar um tubo quilométrico para arrancar a nota 10 dos juízes. Renan Rocha diz que essa é uma onda extremamente técnica e difícil, porque o tubo corre muito rápido e é preciso acelerar demais para não morrer lá dentro, dificultando a vida dos goofys. 

Por fim, a temida The Box, slab que gera uma bomba tubular e quadrada para a direita. O evento já teve algumas fases realizas por ali, com show de tubos e altas vacas. 

Em 2018, Italo Ferreira e Julian Wilson chegam empatados na liderança. John John Florence, que dominou a etapa no ano passado e redefiniu a linha de surfe em Margaret, precisa urgentemente de um bom resultado na temporada. 

Filipe Toledo vem fazendo excelentes apresentações, mas ainda não fez um resultado que o coloque na briga pelo topo. Sua performance em 2017 já mostrou o que Filipinho pode fazer nas ondas de Margaret e um título não seria surpresa. 

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